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4 de maio de 2010

Blade Runner – The Final Cut: RESENHA

Filed under: Sem categoria — gabrielafreitas1991 @ 20:33

Blade Runner

Ficha Técnica:

Título Original: Blade Runner.

Título no Brasil: Blade Runner, O Caçador de Andróides.

Versão assistida: Blade Runner – The final cut (versão do diretor).

Estréia: 1982.

Duração: 117 minutos.

Gênero: Ação, Drama, Ficção Científica, Suspense.

Direção: Ridley Scott.

Roteiro: Charles Knode, David Webb Peoples, Hampton Fancher, Jean Giraud, Jordan Cronenweth, Michael Kaplan, baseado em um livro de Philip K. Dick.

Resenha:

       O filme se passa no cenário de Los Angeles em novembro de 2019. Nesse futuro, um megacoorporação chamada “Tyrell Corporation” desenvolveu uma série de robôs de material orgânico e com capacidade de pensar e aprender. Eles foram chamados de replicantes. Apesar de “mais aperfeiçoados” do que os humanos, eles vivem como escravos e seu trabalho – perigoso e degradante – é explorar outros planetas e colonizá-los.

       Esses replicantes podem desenvolver emoções com o tempo. Se isso ocorrer, a sua condição faz com que eles fiquem agressivos: após uma tentativa de motim, o fabricante colocou um “prazo de validade” neles – fazendo com que eles só possuam 4 anos de vida – e sua presença foi proibida na Terra. Para identificar um replicante, faz-se um “teste Voight-Kampff” que consiste, basicamente, de perguntas que envolvem sentimentos e lembranças enquanto o questionador analisa a pupila do interrogado procurando sinais de emoção e etc.

       Essa foi a contextualização do filme.

       Ele conta a trajetória de um ex-policial que volta a ativa como “Blade Runner” para capturar e afastar – ou seja, matar – quatro replicantes que fugiram para a Terra com o intuito de convencer seu criador, o biomecânico Tyrell, fundador da coorporação, a dar-lhe mais tempo de vida. A trama central gira em torno do “como é viver com medo?” que os replicantes passam por saberem quando vão morrer. Outra trama é a que ocorre quando, durante a investigação, Deckard, o policial, conhece a Rachel, assistente de Tyrell, e aplicando o teste ele percebe que ela é uma replicante. A questão é que ela não sabe disso. Ela foi construida como uma replicante, mas foram postas nela memórias. Tanto que o teste chegou a durar quase 4 vezes mais do que um normal.

      O filme agradou na trama e nos cenários futurísticos. A chuva é constante, o que ajuda o ar pessimista. Os replicantes mostravam, às vezes, mais emoções do que os humanos, o que eu achei bem irônico. Ele é meio parado, pode ser tedioso para quem não gosta de sci-fi, mas é um filme obrigatório para os que gostam, para aqueles que estudam tecnologia e para os que se interessam por dilemas existenciais.

Trailer:

Referências:

Site Oficial,

IMDb – The Internet Movie Database,

Site “Adoro Cinema”,

Rede Social “Filmow”,

Tela Crítica.

Quer assistir?

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